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A Bela Adormecida

 Marília Verissimo de Mello

         A Peça que eu fui, foi de uma apresentação de Ballet de pessoas com homens e mulheres de 14 a 22 anos. A peça foi dividida em dois atos, em que o primeiro foi a história clássica da Bela Adormecida porém com o diferencial de ser feita em forma de ballet. e o segundo ato tinham coreografias variadas e não contavam uma historia especifica, uma das que me chamou atenção foi um trechinho do filme  Grease em que o casal dança no baile, porém tiveram muitas outras danças como neoclássicos, sapateado, jazz, entre outras.

      Foi uma linda apresentação e muito emocionante.

Data: 12 de setembro de 2011.

 Local: Teatro Santa Cruz – Rua Apeaçaba 205, Alto de Pinheiros, São Paulo SP

Horário: 21 horas.

  Não tem ingresso para ver a peça.

O cortiço … Teatro Bibi Ferreira.

A adaptação da obra de Aluisio Azevedo feito pelo grupo Trapiche é competente, a peça que conta o drama de diversos personagens que expõem seus problemas em uma época de exploração extrema ( século XIX ) tem uma narrativa animada, principalmente pelo fato da enorme quantidade de personagens que acabam por fazer o espectador se identificar com pelo menos alguns deles. Os atores compensam a produção limitada com uma boa atuação, e acredito que é uma boa síntese do texto original de Aluisio Azevedo, obviamente é bem mais superficial, até porque é uma peça com idade indicativa de 14 anos, e a obra de Azevedo possui partes inadequadas para crianças dessa idade. De qualquer forma, a peça é uma boa pedida para alguém procurando uma boa síntese de um clássico da literatura. 

Joao Vitor Zampieri .

Caleidoscópio , um show de improvisação …

A peça apresentada no teatro Eva Hertz  se mostrou uma agradável surpresa, e apesar da improvisação ser o ponto forte e chave da peça, que cria uma narrativa após pegar algumas informações da platéia, o que mais se destacou foi o ator responsável pela trilha sonora, enquanto os outros atuavam, um dos atores ficava sentado no canto, com um acordeom e um teclado. Era muito habilidoso e tinha uma voz extremamente afinada, trabalhou os agudos e os graves muito bem, vale destacar que suas músicas também tinham que ser improvisadas conforme o andamento da história. Além disso, o talentoso músico nas poucas vezes que falava colocava o público para gargalhar. A textura acrescentada pelo músico é parte fundamental da peça, e foi bom o suficiente para em minha opinião ser o ponto mais impressionante da peça.

Serviço :

Data: de 13/9 a 25/10
Horário: terça-feira, às 21h
Local: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura, Conjunto Nacional
End.: Av. Paulista, 2.073 – Bela Vista
Preço: R$ 40,00 (meia-entrada para estudantes, idosos e aposentados)
Vendas: (11) 4003-2330 ou pelo site www.ingresso.com
Site: www.teatroevaherz.com.br

João Vitor Zampieri

Sonho de uma Noite de Verão

 

    Marília  Verissimo de Mello 

        O Grupo ADID de Teatro apresente a muitos anos peças teatrais com alunos portadores de Síndrome de Down, este ano apresentaram ” Sonho de uma Noite de Verão” que é uma historia que se passa em Atenas e tudo acontece por causa do casamento do governador Teseu com sua amada Hipólita, com isso eles  incubem o seu fiel empregado Filostrato de cuidar pessoalmente dos detalhes  do grande casamento, porém Filosstrato é apaixonado pela sua esposa . Os preparativos se interrompem pela visita de Egeu, pai de Hermia que não queria que sua filha casasse com Demétrio, por ser um homem mais pobre, porém a paixão da sua filha era tanta que ela se recusa. Egeu pede para Teseu aplicar em sua própria filha a Lei de Atenas, que condena a filha desobediente a ser internada em um convento. com isso nao resta alternativa, o casal tenta fugir, mas descobrem e vão atrás do casal. Finaliza a historia no inicio da noite, quando todos estão perdidos no meio do mato.

        Esta peça foi muito cativante e emocionante, por ver como pessoas portadores de Síndrome de Down são esforçadas e se divertem durante a peça, conseguem ter muita habilidade e percebe-se uma grande força de vontade dos alunos. Valeu muito a pena ter essa experiência e conhecer um pouco mais sobre estas pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

Local: Clube Paineras – Av. Dr. Alberto Penteado, 605 – Morumbi, São Paulo SP

Data: 21 de agosto de 2011

Horario: 19 horas

Não tem ingresso para ver a peça.

Peça “Caleidoscópio – Um espetáculo de improvisação”

Peça “Caleidoscópio – Um espetáculo de improvisação”

Fui assistir à essa peça no Teatro Eva Herz na livraria Cultura. Realmente impressionante a capacidade de improviso que os atores tinham! Eles faziam umas perguntas para a platéia e de acordo com as respostas iam criando o espetáculo. Fiquei chocado ao ver a facilidade e a flexibilidade que eles demonstraram ter, e além disso gostei bastante também da forma com que eles interagiram com a platéia. O espetáculo na verdade foi todo baseado na interação. No final, um dos atores fez um comentário que me incitou a voltar lá para assistir novamente àquela peça: “Para quem gostou, ótimo, ficamos satisfeitos e, para quem não gostou, por favor voltem mais uma vez pois como vocês puderam ver, o show é de total improviso, portanto, será uma peça completamente diferente.”  Eles se apresentam todas as terças feiras no período da noite.                                                  

                           Alexandre M. Buneta

 

 

 

 

 

 

 

 

SERVIÇO:

Data: de 13/9 a 25/10
Horário: terça-feira, às 21h
Local: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura, Conjunto Nacional
End.: Av. Paulista, 2.073 – Bela Vista
Preço: R$ 40,00 (meia-entrada para estudantes, idosos e aposentados)
Vendas: (11) 4003-2330 ou pelo site www.ingresso.com
Site: www.teatroevaherz.com.br

“Caleidoscópio – Um espetáculo de improvisação teatral” …música ao vivo, começo, meio e…

Roberto Baccelli Isola

            Ao se deparar com figuras ‘conhecidas’ da televisão, uma peça teatral deveria subentender mais liberdade ao ator… Agora imagine em um contexto em que se denomina “Um espetáculo de improvisação teatral”. Em se tratando de artistas do humor, você imagina um humor sem limites ou “não diga isso nesse horário, tem criança na sala”. É com esta espectativa que se inicia um espetáculo muito interativo com o público, perguntando – e querendo somente uma resposta – sobre a vida pessoal, objetos de apreço ou situações embaraçosas das pessoas da platéia. Depois de um certo número de perguntas, que vinham entre arranjos musicais de um teclado ou um acordeon tocados por um habilidoso músico, os atores passam a interagir somente entre eles e, com certa coerência incoerente, encaixam as histórias das poucas pessoas escolhidas na platéia. E assim segue o espetáculo, com humor escrachado e boas pitadas de improviso.

           Depois de um início empolgante, o espetáculo passa a perder interesse e contar cada vez mais com a ajuda do músico, até então discreto. Além da boa música, ele passa a interagir na peça cantando e atuando. Sem dúvida é o maior destaque da atração. Em uma trama que acaba por se aprisionar nas histórias da platéia, a intenção de introduzir a interação do mesmo acaba divertindo a todos, ainda que não exista um final propriamente dito.

Serviço

Caleidoscópio – Um espetáculo de improvisação teatral
Data: de 13/9 a 25/10
Horário: terça-feira, às 21h
Local: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura, Conjunto Nacional
End.: Av. Paulista, 2.073 – Bela Vista
Preço: R$ 40,00 (meia-entrada para estudantes, idosos e aposentados)
Vendas: (11) 4003-2330 ou pelo site www.ingresso.com
Site: www.teatroevaherz.com.br

“O Inspetor” no Teatro Nair Bello

“O inspetor” é uma peça adaptada da comédia “O Inspetor Geral”, do escritor Nicolai Gogoi. A peça é uma sátira à Russia quisarista do fim do século 19. Os personagens são o estereótipo da sociedade corrupta da éspoca. A adaptação do texto foi feita de maneira criativa, deixando a peça bem atual e de fácil compreensão. O figurino é um dos fortes da peça, pois junto com a maquiagem da um toque decadente e ao mesmo tempo necessário aos personagens. O cenário é bem simples, dando bastante destaque e foco ao figurino. A governadora, personagem principal da peça, é a essência de toda a corrupção que se desenrola nas cenas, já que ela que corrompe todos os subordinados, e ao mesmo tempo é enganado por um impostor que é confundido com um inspetor geral. O governador preocupado com a avaliação da cidade, leva todos a cometerem o mesmo erro. A atuação de todos os atores foi muito boa, dando destaque a governadora, interpretada pela minha professora de teatro da escola Wolf Maya, Juçara Morais, e também ao falso inspetor, que também fez uma excelente atuação. O texto, é um texto forte e muito bom, que foi honrado pela produção e pelos atores. Eu gostei muito da peça e recomendo a todos, por ser uma comédia trágica acaba sendo muito mais engraçado e gostoso de ver.

 

Ayla Assunção

 
 
 
 
Serviço:
O inspetor
Temporada: de 07/09 a 27/10, quartas e quintas-feiras, às 21h
Local: Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – 3º
Ingressos: 30 reais
Censura: 12 anos
Capacidade: 200 lugares – com acessibilidade (rampa de acesso, banheiros e elevadores)
Duração: 90 minutos
Gênero: Comédia
Informações: 11 3472-2414

Cirque Du Soleil – Varekai

Anne Porto – Cirque Du soleil Varekai

Semana passada eu fui assitir ao Cirque Du Soleil, essse ano aqui em São Paulo está passando o Varekai e foi criado por Dominic Champagne. Como sou fã do Cirque, é lógico que eu amei né, não me lembro quantos anos eu tinha quando fui no primeiro, mas desde então sempre gostei muito e nunca consigo colocar defeito em nada, sempre saio de boca aberta, acho tudo incrível.

Ouvi muita gente falar mau do Varekai, comparar com outros e dizerem que não entenderam nada. Primeiro, o Cirque tem uma estrutura incrivel e imcomparavel, mas não podemos comparar os circos que rodão pelo mundo com os circos que são fixoas nos lugares, a estrutura é outra, aquilo lá foi construido pra eles, foi montado exatamente do jeito que era pra ser, ja os circos que rodam pelo mundo, como o Varekai, são adaptados, por mais que fiquem perfeitos, não é a mesma coisa né gente!  Mas uma coisa que achei muito ruin são as cadeiras, fique em um lugar excelente, ou então que era pra ser excelente, mas as cadeiras são horriveis, muito apertadas, uma colada na outra, não da nem pra voce tomar água direito que voce ja esbarra no vizinho, isso precisa ser melhorado com urgencia, até estádio de futebol é mais confortável do que o Cirque aqui, mas muito mais confortável!!!

Agora, falar que não entendeu nada, não é bem assim, realmente pode ser que você não entendeu o tema, não acertou o que é, mas sempre ta muito explícito nos personagens mesmo o que eles querendo mostrar, eles sempre tem um tema, algo a ser contado para nós, eles escolhem algo, muitas vezes escolhem alguém, ou alguma história do passado, um mito, sei lá e ai tentam passar isso pra gente do jeito que só eles sabem fazer, que quando saimos percebemos que não entendemos nada da história porque enquanto entra um mágico e faz mil coisas, não estamos nem ai pra ele, estamos de boca aberta e apertando nosso vizinho de tanta aflição porque o cara atras do mágico está se equilibrando de ponta cabeça em cima de uma vassoura, sei lá…

Mas o espetáculo Varekai, logo de início com seus figurinos incríveis, maquiagens perfeitas, cores vibrantes e pessoas super simpáticas, conseguiu mostrar que o assunto a princípio era algo haver com floresta, pois tinham muitos bichos, sei la se eram bichos, eram criaturas bem estranhas, diferentes, a estrutura me lembrava muito uma floresta, algo bem por aí. Como não tinha visto nada antes, no meio do circo fui pesquisar o que significava Varekai, e descubri que quer dizer “em qualquer lugar”,  na língua dos ciganos, os eternos nômades. Esse espetáculo é uma homenagem ao espírito nômade, à alma e à arte da tradição do circo, bem como à paixão infinita de todos os que continuam a sua busca no caminho que leva até o Varekai.

E pesquisando um pouco e juntando tudo o que eu pude ver, descubri que o que o circo quer mesmo passar para nós, e a história de um  jovem solitário que cai dos céus e assim começa a história do Varekai. Caindo de pára-quedas no meio de uma floresta misteriosa e mágica, um lugar fabuloso habitado por criaturas de mil metamorfoses, este jovem homem lança-se numa aventura absurda e intrigante. Neste lugar longínquo, onde tudo é possível, inicia-se uma celebração à redescoberta da vida.

Bom gente, como ja disse antes, sou super fã, então o Varekai eu super indico!!!

Para comprar, é mais fácil entrar no site porque tem bastante opção de data e horário, ou então ir pessoalmente até o Parque Villa Lobos e comprar lá mesmo.

 

www.varekai.com.br

Centro Cultural Vergueiro

 

Esse final de semana fiz uma programação diferente, fui assistir uma peça no Centro Cultural Vergueiro. Inaugurado em 1982, o centro cultural oferece espetáculos de teatro, dança e música, mostras de artes visuais, projeções de cinema e vídeo, oficinas, debates e cursos, além de manter sob sua guarda expressivos acervos da cidade de São Paulo: a Coleção de Arte da Cidade, a Discoteca Oneyda Alvarenga, a coleção da Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade, o Arquivo Multimeios e um conjunto de bibliotecas. Dentre a variedade de peças em cartaz, escolhi duas para compor meu final de semana.

Peixe vivo (Musical Infanto-juvenil)

Peixe vivo é um musical que faz alusão a vida real, é uma metáfora dos encontros e desencontros da vida afora, onde todos somos contadores de histórias e inventamos um pretexto para continuar sendo sempre, para que as histórias continuem existindo e permaneçam vivas no pensamento, na memória e no coração das pessoas.

A peça é super elaborada quanto às falas e a qualidade dos atores, porém, como a indicação era de 7 anos, toda essa elaboração não atendeu ao público infantil, que parecia não entender o que estava acontecendo no palco e apenas se encontravam entre uma cantoria e outra, que por sinal eram bem animadas.

Em cartaz:

De 01/10 a 06/11

Domingos, às 16h

Ingressos: R$ 15,00

Sala Jardel Filho

Se essa rua fosse minha – O amor nos anos de chumbo

Se essa rua fosse minha é um musical recheado com músicas de Chico Buarque, Caetano Veloso, Tom Zé, Mutantes, Gilberto Gil, Roberto Carlos e outros mestres do cancioneiro popular brasileiro, que conta a história de um garoto que estuda na Filosofia da USP e de uma menina que estuda no Mackenzie. Tudo estaria em paz, se os dois não se apaixonassem, se o ano não fosse 1968 e se o conflito entre estudantes na Rua Maria Antônia não tivesse acontecido.

È uma peça realmente alto astral, jovens que preenchem o palco com sua voz e descontração, uma peça viva que traz a tona bom humor e talento. Por exemplo, o cenário e o figurino não são sofisticados, mas isso passa despercebido pelos espectadores que se envolvem com o enredo da peça.

Em cartaz:

De 28/09 a 06/11

De quarta a sábado, às 21h e aos domingos às 20h

Ingressos: R$ 10,00

Sala Jardel Filho

Karina Manfredini

Adultérios

                     Anne Porto - Adultérios

 Eu assisti a peça Adultérios escrita por Woody Allen, no Teatro Frei Caneca.O elenco era formado por  Fabio Assunção, que interpretava o Fred, Norival Rizzo que na peça era Jim e Carol Mariottini, a Bárbara.

A situação é a seguinte, Jim era um escritor e ele estava passando por uma fase meio ruim em seu casamento que ele não sabia, ou não queria acreditar, por isso ele começou a ter um caso com outra mulher. Mas um belo dia, Jim decidiu que precisava terminar com sua amante e a chamou para um encontro, em frente ao Rio Hudson. É ai onde tudo começa, Lola, sua amante, se atrasa muito mais do que o esperado e ai Jim encontra  Fred, um mendigo extremamente inteligente e também esquizofrêquino que o acusa de ter roubado sua história para roteirizar um filme de grande sucesso de bilheteria. Após muita conversa, o mendigo acaba se tornando um conselheiro para Jim naquele momento e acaba mudando o destino de seu encontro com Bárbara.

Assim que as luzes se acenderam, o cenário chamou bastante minha atenção, pensei “que droga é isso ?”,  ele era inteiro de decks de madeira e de inicio eu não tinha a menor idéia do que podia ser aquilo, tudo muito clean, muito vago, mas conforme foi começando a peça e deu pra entender onde ela acontecia, achei o cenário excelente e que se encaixou muito bem ao que era mostrado, bem original para interpretar uma praça ou uma local em frente ao Rio Hudson.

Mas tirando o cenário que foi bem original, nada mais chamou minha atenção na peça, nos primeiros dez minutos eu já queria ir ao banheiro, ou comprar uma água ou então ir embora mesmo, mas eu continuei lá e tinha esperança de que ia melhorar e realmente melhorou, mas não ficou boa apenas deixou de ser muito chata e cansativa e ficou suportável. Achei muito repetitiva e não achei cativante, talvez pelos atores escolhidos. Quando você vai assistir uma peça de Woody Allen, você já sabe que algo muito normal não da pra esperar, mas você espera algo de qualidade com certeza, acho que essa qualidade faltou por causa dos personagens. Achei que foram mau selecionados para esse papel, não me tocaram, não chamaram minha atenção, nada de especial. Na verdade, o Fabio Assunção até que fez uma boa atuação, poderia ser melhor claro, mas acho que o que deixou a peça assim, “morta” foi o Norival Rizzo, não combinou com o papel, sabe quando não encaixa ?

Bom, acho que estava esperando muito por essa peça do Woody Allen, principalmente por ser dele e acabei me decepcionando, tanto é que não indiquei para ninguém, coisa que costumo fazer sempre quando acho que algo vale a pena.

Ficha Técnica
Texto: Woody Allen
Tradução: Raquel Ripani
Adaptação e direção: Alexandre Reinecke
Elenco: Fábio Assunção, Norival Rizzo e Carol Mariottini
Cenografia: André Cortez
Figurinos: Leopoldo Pacheco
Iluminação: Caetano Vilela
Trilha sonora original: Eduardo Queiroz
Direção de produção: Giuliano Ricca
Realização: Ricca Produções
Produtores associados: Alexandre Reinecke, Fabio Assunção e Giuliano Ricca

Informações

  • Datas: De 8 de julho a 25 de setembro de 2011.
  • Horários: Sexta, 21h30; sábado, 20h e 22h; domingo, 19h.
  • Preços: R$ 50,00 (sexta); R$ 70,00 (sábado); R$ 60,00 (domingo).
  • Onde: Teatro Shopping Frei Caneca
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